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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Horta na varanda

E por causa disto, andei dias a sonhar com cemitérios de paletes (sim, onde estão eles?), a percorrer as prateleiras do Leroy Merlin à procura de coisas tão interessantes como pulverizadores, mangas de plástico, floreiras e etiquetas... O que eu gostava de ser trolha, pardéus!!! O que há de poesia nos sacos de cimento que se amontoam ao fundo do armazém, nos blocos de espuma marmoreada que servem sabe-se lá para quê!!! Que vontade de me atirar para cima deles (porque será que nunca me dá para fotografar estas coisas ou achar que há algo de obsceno em sacar da máquina fotográfica ao lado dos homens de meia idade que andam à procura de uma broca. Salvo seja!).
Agora, é esperar que elas cresçam: as pencas da Póvoa, de Mirandela, as beterrabas, os alhos franceses, as cebolas e as alfaces...
Está na hora de comprar os socos de madeira e usar as meias de pura lã para aguentar o tempo agreste que se faz sentir na varanda!!!




1 comentário:

  1. Wow, pára tudo! Isto foste tu que fizeste??? Está uma beleza. Ando com ânsias de fazer o mesmo! Se calhar é porque desta vez tenho uma varanda mínima.

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